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16 de ago. de 2011

TATUAPÉ 343 ANOS: INICIO DAS COMEMORAÇÕES TERÁ APRESENTAÇÃO COM O TRIO DE GAITAS OS "HARMÔNICOS"

Neste 343º aniversário, o bairro do Tatuapé ganha um presente: agora é palco constante do trio de gaitas Harmônico”, já entrevistado por programas de rádio e televisão como o Sala de Música, na CBN e o Programa do Jô, pela Rede Globo de televisão.

A ligação com o bairro é mais antiga do que o próprio grupo, já que dois componentes são moradores das imediações, porém, os laços ficaram mais fortes quando se propuseram a participar dos eventos do bairro, em especial através do Conselho Comunitário de São Paulo, pelas mãos da Sra. Malu Olivier, relações publicas, e do Sr. Douglas Guimarães Onias, presidente do Conselho.

Desde o ano de 2009, através da Sociedade Amigos do Tatuapé, Marcio Scialis, componente dos Harmônicos, se colocou à disposição para aulas de música gratuitas e shows em parques da região, na própria sede da SAT ou nos eventos do bairro como o que se aproxima – o 343º aniversário do Tatuapé, onde os Harmônicos estarão presentes.

A participação do grupo no evento é um marco inicial para a aplicação de novos projetos musicais para os moradores, desde aulas regulares de música, cursos preparatórios para vestibular de música, orientação de músicos e bandas, até oficinas de música gratuitas oferecidas através da parceria com empresários da região. “O intuito principal é aproximar a música de todos e fazer com que a gaita de boca seja evidenciada, por todo seu contexto histórico e por nossa paixão pelo instrumento” – diz Geison Cezare, fundador dos Harmônicos.

Faça aulas de gaita com os Harmônicos! Eles possuem uma unidade ESPECIALIZADA na Zona Leste, a 400 metros do metrô Tatuapé, na Praça Santa Terezinha, nº 49. Além de encontrar aulas de gaita, também é possível aprender outros instrumentos exóticos como flauta irlandesa, ocarina, banjo americano e lap steel (a guitarra “deitada” do country), violino, clarinete e instrumentos populares como violão, guitarra, bateria, saxofone entre outros.

Não perca a apresentação dos Harmônicos nas comemorações do aniversário do Tatuapé na Praça Silvio Romero no dia 03 de setembro.

Contate os harmônicos pelo e-mail contato@harmonicos.net, pelo site www.harmonicos.net ou pelo telefone (11) 2965-5817.


13 de jul. de 2011

Gaitista Alcindo Carvalho - Um Exemplo de Superação!



Ele toca sua gaita com aqueles "suporte para pescoço" engenhosamente modificados para que ele tenha mais conforto deitado em sua cama...

"Tive um acidente de carro há 7 anos, fiquei tetraplégico e nem por isso deixei de ser feliz. Há dois anos utilizo o computador por comandos de voz o link se encontra abaixo, assisto filmes, tenho msn, orkut, Facebook e outros, mas o que eu gosto mesmo é de cantar e tocar gaita, nessa apresentação agradeço a Professora Márjuri pelas partituras, ao meu irmão Eudes que fez a gentileza de gravar e ao Eder Johnson pela edição. Espero que gostem.


Música Imagine de John Lennon trasnportada na escala diatônica na gaita cromática de 64 vozes"

Parabéns Alcindo! Que seu exemplo de superação, motivação e alegria contagie a todos que o ouvir tocando sua gaita!

16 de jun. de 2011

Steven Tyler - Aerosmith - O roqueiro com os melhores solos de gaita (harmonica)



Tá aí um cara que tem se destacado bastante na gaita e, de uns tempos pra cá, só vem crescendo no instrumento. Steven Tylor, pra mim, é o melhor roqueiro tocador de gaita. (Dica do Gaitista Luiz Rocha via Facebook)


15 de jun. de 2011

Gaitista Corky Siegel e Orquestra Experimental de Repertório executam a obra “Street Music, A Blues Concerto no Theatro Municipal de São Paulo




Orq
uestra Experimental de Repertório e Corky Siegel
Regência: Jamil Maluf. Solista convidado: Corky Siegel (piano e gaita). No programa, a orquestra executa a obra “Street Music, A Blues Concerto”, de William Russo, e dois dos ma
is importantes poemas sinfônicos de Richard Strauss: “Don Juan” e “Till Eulenspiegel”.
Dia 19 de Junho (domingo) às 11h
Theatro Municipal de São Paulo (1580 lugares)
Praça Ramos de Azevedo, s/nº
Telefone: 3397-0300
Bilheteria: 3397-0327

SAP - Serviço de Atendimento ao Público
Preço na Bilheteria: de R$ 10,00 a R$ 40,00

5 de jun. de 2011

Pela primeira vez, uma Festa Junina é animada ao som de gaitas de boca (Harmonicas) acreditem: É algo totalmente Diferente e Divertido!



Como pode se ver no vídeo, os Harmônicos fizeram o público dançar tanto na frente do palco, quanto em meio ao aglomerado de mesas que foram poucas para as mais de 3.000 pessoas que prestigiaram o show. Muitas pareciam não acreditar no que viam e ouviam, chegaram a perguntar se era playback!

"É COMO SE TIVESSEM DIVIDIDO A SANFONA EM TRÊS!"
gritou um rapaz ao passar em frete ao palco... outra hora uma senhora gritou: "ISSO É UM SHOW, UM ESPETÁCULO, DIVINO!" .

Tenham certeza que foi emocionante... pois mais uma vez os Harmônicos comprovam que a gaita toca qualquer música, em qualquer estilo, e desta vez foi um show repleto de forró da gota serena!

Geison Cezare (Bass Harp), Little Will (chord harmonica) e Marcio Scialis (chromatic harmonica).

Musicos convidados: Fábio "Azeitona" Daros (zabumba) e Pig (Triângulo).

Com um repertório especial para a festividade, os Harmônicos foram convidados pelo Colégio Visconde de Porto Seguro, no Morumbi - SP, para sua tradicional festa junina, no dia 04 de junho de 2011.
Mais de 3.000 pessoas compareceram ao evento, conferindo canções de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Valdir Azevedo entre outros notórios compositores da musica popular brasileira, com exclusivos e únicos arranjos para as gaitas dos Harmônicos.

www.harmonicos.net
www.twitter.com/harmonicos
www.youtube.com/harmonicos

30 de mai. de 2011

Chico Blues, é dono de selo independente que lança bandas brasileiras e exporta '90%' dos álbuns de Blues e de Gaitistas Brasileiros

Chico da Paraíba, do ABC e do Blues

Francisco França é Chico Blues, o dono do selo independente que lança bandas brasileiras e exporta '90%' dos álbuns

SÃO PAULO - Às cinco da manhã, entre as centenas de pessoas que se aglomeravam em frente aos portões da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, um paraibano de Carrapateiro foi escolhido para assumir o posto de "ajudante de serviços gerais" dentro do complexo industrial. Com a carteira de trabalho levantada acima da cabeça e sem nunca ter frequentado a escola, Francisco França, nascido em 1953, conseguiu o emprego no início da década de 70, poucos anos após ter chegado ao sudeste do País.

Morador do sertão da Paraíba, onde se "plantava pra comer" e hospital, água tratada ou energia elétrica não havia, Francisco veio para a região metropolitana de São Paulo com 16 anos – sem documento e capaz de escrever apenas o próprio nome e o endereço onde morava, andou até um cartório e conseguiu finalmente uma carteira de identidade (seria 'de Oliveira', mas preferiu tirar do registro "para não ficar muito longo"). O trabalho pesado na lavoura e o algodão que colheu durante a infância – feito B.B. King no Mississippi – eram passado.

O interesse pela música, porém, não mudara em nada: os sons de Waldik Soriano e Luiz Gonzaga que eventualmente ouvia no sertão se transformaram em rock'n roll no ABC paulista. Durante o período em que trabalhou na fábrica de automóveis, Chico França (Chico Rock?) recebia o suficiente para iniciar sua coleção.

"Ele era curioso, comprava tudo", conta Ana Lucia, com quem o colecionador está junto há mais de três décadas.

Os 25 anos na Volkswagen lhe renderam uma aposentadoria e tempo para se dedicar exclusivamente à música: por exercer uma função insalubre, França conseguiu se aposentar e iniciar um projeto já pensado anos antes.

Atento a novos lançamentos internacionais, sobretudo os independentes, Chico acumulou LPs e CDs nos últimos anos em que esteve na fábrica; escrevia cartas para artistas e gravadoras (em inglês, com a ajuda da cunhada) e recebia encomendas diariamente - remetente e destinatário: Chico Blues. Depois de se aprofundar nos caminhos do rock e do jazz, mudou de rumo: estava determinado a abrir uma loja de discos. "Não tinha nem o que pensar, ia me especializar só em blues". Quando enfim chegou o momento, os tempos estavam mudados. Com a queda nas vendas, os riscos de a loja não dar certo eram grandes. "Um pessoal conhecido lá da Galeria do Rock me disse que ia ser difícil. Se vender de tudo era complicado, imagina viver só de blues?!", relembra.


Em casa, a estante com sua coleção de mais de 2 mil discos de rock e blues.

SELO

Mesmo tendo abandonado a ideia, os CDs e LPs continuavam empilhados na casa onde mora, em São Bernardo do Campo. De vez em quando, levava o acervo para feiras e festivais de música – e vendia sempre mais do que imaginava. Foi em um desses eventos que resolveu considerar a sugestão de um cliente, que o questionou porque não abrir uma loja na própria residência, sem custos adicionais e problemas de deslocamento. Gostou da ideia, mas admite que não deu certo.

"O acervo estava todo parado, ocupando espaço. Aí, juntei mais três camaradas e criamos em 2003 o 'Blues Associados'", conta. Depois de pouquíssimos lançamentos, a falta de lucros e perspectivas desmontou a produtora. Chico Blues estava só. Disposto a investir, criou o próprio selo, pediu ao companheiro Yuri Prado (da Prado Blues Band) uma ajuda para criar a identidade visual da Chico Blues Records e, entre 2005 e 2006, lançou a chancela que mantém até hoje.

Além da produção executiva, Chico pensa o projeto do CD, acompanha as gravações e finaliza o processo com os músicos - "a gente faz tudo junto", diz, mesmo sem ter conhecimentos teóricos ou práticos em algum instrumento.

"A Chico Blues é mais uma forma de inserir bons trabalhos no mercado, porque a banda fazer isso sozinha é muito difícil."

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Ouça trechos de algumas músicas lançadas pelo Chico Blues Records:

som Big Chico, em Blowin' Like Hell
som Flávio Guimarães, em If It Ain´t Me
som Prado Blues Band, em Prado's Mood
som Robson Fernandes, em Sampa's Boogie

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MERCADO

"Eu diria que 90% dos meus CDs vão para o exterior." Vendidos sob encomenda (via site ou telefone), os lançamentos do selo são distribuídos, principalmente, nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Bélgica. Segundo o produtor, há uma rede de contato com lojistas e distribuidores que pedem determinadas quantias de cada disco, "muito maiores do que aqui no Brasil".

Chico Blues sabe que hoje em dia o mercado de discos e CDs anda em baixa. "Não adianta ficar desesperado pra acabar com a pirataria. É balela. Eu tenho quase 20 lançamentos do Chico Blues Records, mas estão todos na internet. No máximo uma semana depois de lançados, já estão todos por aí. Não é por causa disso que vou parar."

Amigo e produtor de nomes do blues como Flávio Guimarães, Robson Fernandes e "os meninos" da Prado Blues Band, Chico afirma repetidamente que não vive de blues – vive "o blues". E completa: "Eu não ouço música o tempo todo. Se estou fazendo outra coisa, não coloco nada pra tocar. Música pra mim é como assistir a um filme. Quando vou ouvir, quero fazer só isso."

(FONTE: 30 de maio de 2011 | 6h 00 Gabriel Vituri - estadão.com.br)